sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O quanto de mim está querendo mudar o que pode ser mudado




“Fico me questionando, o quanto de mim está disposto a fazer alterações em minha vida. Sabe, aquelas mudanças que trariam um novo significado para tudo, que traria uma nova energia, uma nova força interna, uma disposição incrível para viver a vida que realmente quero viver, realizando meus sonhos, vivendo uma vida mais positiva e feliz.

Às vezes, sinto que realmente quero mudar, mas algo acontece que me leva a repetir sempre as mesmas ações, os mesmos pensamentos, as mesmas sensações….. Estou, realmente, cansada disso. Mas, aí pergunto, será que, verdadeiramente, quero mudar? Será que estou me iludindo novamente e não quero sair do meu conforto atual?

O quanto estou disposta a modificar meus hábitos, minhas palavras, tudo aquilo que digo para mim mesma, que vai programando a mente e se manifestando em minha vida?

Estou disposta a pagar o preço total, para essa verdadeira e necessária mudança? Esse preço inclui ir ao Psicoterapeuta, ou ao Coach, para facilitar meu autoconhecimento, para entender meus processos internos inconscientes, desprogramar crenças que me limitam.

Esse preço inclui o tempo que estou disposta a me trabalhar, a me conhecer e me autoperceber para poder efetuar as mudanças que quero. Quando começo um processo de mudança, seja de psicoterapia ou de coaching, fico super motivada inicialmente, mas depois… vou me cansando de tudo. Parece que não quero mais mudar, não suporto olhar para minhas dores. Não quero conhecer quem verdadeiramente eu sou. Começo, então, a colocar menos energia nas sessões. Começo a não praticar mais as estratégias que aprendi nas sessões. Oh, não! Não suporto mais essa dor! E, infelizmente, acabo desistindo e pior, colocando toda a culpa no terapeuta, no processo de mudança, no trânsito, na dificuldade de pagar as sessões, etc…

Verdadeiramente, sei que estou fugindo de mim mesma, mas um dia, vou ter de encarar todo meu conteúdo disfuncional. Ninguém muda por mim, sou eu mesma que vou ter de mudar, se quero ser feliz!

Não sou meu corpo, não sou minhas emoções, não sou meus pensamentos, não sou minha mente. Mas, quem eu sou, então??? Sei que a desmotivação para me autoconhecer e trabalhar meus padrões repetitivos já me levou a pensar: será que quero mudar, mesmo?? E você, já teve esse questionamento? Ou está feliz com a vida que tem? “

Esses questionamentos fazem parte de muitas pessoas que sentem angústia, tristeza, culpa, estão infelizes fazendo o que fazem, mas não conseguem levar adiante um processo de mudança. E sabe por que? Porque crescer e evoluir exige de nós COMPROMETIMENTO. Exige a mudança de posturas antigas e o processo de aprendizagem do novo.

Verdadeiramente, você está disposto a mudar??? Reflita.



Apoiando seu crescimento interior.

sábado, 6 de agosto de 2016

Abrindo caminhos para o sucesso

domingo, 10 de julho de 2016

A dor existencial gerada por suas histórias de vida


Que histórias você conta sobre sua vida?  Quais são suas histórias de dor existencial? Você costuma, amarguradamente, contar que teve uma infância infeliz, sem amor, foi rejeitado, sofreu abusos físicos e/ou sexuais, teve pai ou mãe ausente? Você se revolta ao lembrar-se de suas histórias e sofre a dor de ter sofrido tanto? Está sempre a repetir esse ciclo de dor? Quais os sentimentos? Raiva, angústia, revolta, medo, vontade de se vingar, tristeza, etc.?

Você atrai, exatamente, tudo aquilo que vibra na frequência em que está vibrando. Pela lei de afinidade, atraímos tudo aquilo que nos afina, que nos é semelhante à nossa própria energia. Trazemos energias densas, pesadas, que causam desconforto e também ficamos desconfortáveis quando sentimos energia pesada.

Ao nascer, trazemos necessidades a serem preenchidas. Trazemos, também, dons e talentos. Nosso grupo familiar atende necessidades de libertação de padrões densos e favorece nossa evolução. Quando entendemos que ninguém é culpado pelos nossos resultados cessamos esse ciclo de dor e possibilitamos nosso crescimento espiritual. Os desafios são para todos. Todos estão no mesmo caminho, sob as mesmas leis divinas, cada qual com sua bagagem.

A vida é generosa e favorece o despertamento de nossa consciência para quem realmente somos. Através da experiência humana, na matéria, manifestamos aquilo que trazemos, o que somos, ou seja, nossa frequência e nível de consciência.

Nossas tendências são ativadas desde a mais tenra idade. Nossos pais e irmãos trazem suas dificuldades e padrões energéticos que impactam em nossos próprios conteúdos e necessidades, piorando ou impulsionando-os a melhorar. Dessa forma revelam as características que trazemos para serem curadas. Tudo que nos acontece é atraído, magneticamente, por nosso padrão energético, que vibra na mesma frequência do ocorrido. 
Quando acusamos os outros pela nossa dor existencial, na realidade, estamos eximindo-nos de nossa própria responsabilidade. Somos os responsáveis por tudo o que nos acontece. Costumamos distorcer acontecimentos, nos colocar como vítimas e acusar a vida de injusta. Porém, as experiências são resultados de nosso padrão energético, daquilo que mantemos em nós e alimentamos através de pensamentos, emoções, sentimentos, palavras e ações. Estamos, ainda, inconscientes, de nossa realidade espiritual e assumimos, alternativamente, posições de inocência ou de culpa. Quando pensamos que somos inocentes, projetamos no outro toda nossa dor, nosso sofrimento, com sentimentos densos e distorcemos a realidade. Quando pensamos que somos culpados, nos deprimimos e assumimos posição submissa.


E como nos libertar desses padrões distorcidos de dor?

Tudo tem um propósito divino. Trazemos energias que podem transformar as situações, caso nos responsabilizemos por nossas experiências e por nossa vida. Quando corrigimos nossa própria disfuncionalidade, o Universo nos traz possibilidades para superação e transformação pessoal.

Em um primeiro momento, o importante é despertar a consciência para a realidade da vida. Compreender que cada um está em um nível de consciência diferente. Ninguém é responsável pela nossa vida. Se nosso mundo interno está um caos, a energia dentro está perturbada e caótica. Ela deve ser equilibrada e harmonizada.

Perceba seu diálogo interno. Observe-se. Que tipos de pensamentos, emoções e sentimentos você nutre e repete? Comece por mudá-los. Disponibilize-se a ver sua história sob uma nova perspectiva, a da consciência da alma. Ressignifique os conteúdos distorcidos pela inconsciência de si mesmo. Proponha-se a dar uma profunda atenção ao diálogo interno, à história que você conta de si mesmo. Observe os diferentes egos e processe uma nova história, tirando os aprendizados das experiências e descartando o que não serve mais ao seu bem maior. A mente que não está desperta é reativa. Observe suas reações frente aos acontecimentos. A mente desperta é ativa.

Para ajudar outras pessoas a se libertarem, temos de elevar nossa frequência, primeiro. 

Podemos, através da nossa luz, colocar a intenção de despertá-los com nosso amor para auxiliar o despertar deles. É fundamental respeitar o processo deles.

Aprenda a finalizar ciclos. Dê novos significados às experiências vividas. Coloque um ponto final aos ciclos que alcançaram seus propósitos. Quando um propósito é cumprido, o ciclo chega ao fim. Feche o ciclo com gratidão e abençoe os envolvidos.

Abra-se para um novo momento de sua vida. Reconte sua história repleta de aprendizados e superações. Muita luz, paz e amor!



Anete L. Blefari
Auxilia você a alcançar bem-estar e transformação pessoal!




domingo, 26 de junho de 2016

O despertar da consciência possibilita a cura das feridas emocionais




Você vem para a vida material, com o propósito de vencer a si mesmo, curar suas feridas e corrigir suas características morais, no intuito de progredir espiritualmente e ser feliz. O que determina a atração da família são as necessidades cármicas. Semelhantes atraem semelhantes. Energias cármicas densas, no períspirito (corpo espiritual), encontram conexão com energias idênticas de pais e irmãos. Assim, se nasce na família certa, com endereço certo, para os encontros que se fazem necessários às curas cármicas. Cada membro familiar, portador de energias cármicas densas, vai impactando um no outro e ativando, assim, as dificuldades a serem resolvidas; os padrões repetitivos de eras passadas para serem curados.

Estabelece-se, dessa forma, o sistema familiar, com disfunções próprias, provenientes da carência de cada membro e, inconscientemente, seus membros vivem e experimentam uma dinâmica específica no conjunto. Essa dinâmica vai se estabelecendo, cada vez mais forte e mais disfuncional, sem que os membros familiares tomem consciência dos padrões que se repetem em suas interações.

Através das experiências, acontecimentos e eventos, os padrões vão ressurgindo com igual teor e intensidade do passado. Pais inconscientes vão criando, e não educando, por falta de habilidades saudáveis, filhos, também, inconscientes. E a confusão é gerada. Muitas vezes torna-se um verdadeiro caos. Pessoas convivendo no mesmo espaço familiar, sem vínculos emocionais, com muita cobrança, muita exigência, rancores, mágoas, ressentimentos, sem comunicação, com conflitos não resolvidos e muita energia densa impactando cada vez mais o ambiente. 

Dessa estrutura, acabam surgindo as dependências, em geral, os hábitos nocivos, a carência, os abusos físicos e psicológicos, sentimentos de rejeição e de abandono e muita solidão. Pessoas que deveriam aprender a se amarem umas às outras se cristalizam em comportamentos codependentes com muita energia bloqueada. Os efeitos, desse sistema familiar disfuncional, vão repercutir na vida pessoal e profissional de cada membro. Muitas vezes, impactam na área financeira, bloqueando a criatividade para os negócios, despertando medos e falta de confiança na vida.

E o que a vida faz para despertar toda essa inconsciência?

A vida vai trazendo experiências e padrões repetitivos que, fortemente, abrem brechas na consciência para que a pessoa desperte. No momento em que se cansa de vivenciar sempre o mesmo tipo de experiência, a pessoa recebe impulsos para tomar alguma ação. 
Se alguma ação, para mudança, não é tomada, os estímulos continuam a se repetir.

Toda tendência é autoadquirida nesta ou em vidas passadas e pode ser transformada, desde que se tome uma atitude para isso.  No geral, as pessoas atribuem seus problemas aos outros, à forma como são tratadas e ao ambiente denso. Nossos problemas são provenientes de nossas ações cometidas no passado. Qualquer mal que sofremos, atribuímos ao emissor desse mal, mas fomos nós mesmos que o atraímos com o magnetismo emanado de nosso próprio carma.

Com o mau uso do livre-arbítrio, criamos as circunstâncias da vida, hábitos ou qualquer característica pessoal. Somos os responsáveis por nossa história. Portanto, não nos cabe o direito de acusar ninguém pelos males que sofremos. Aceitemos a responsabilidade por nossa própria vida e pelos insucessos alcançados. Procuremos fazer sempre o melhor, eliminando as más tendências, avaliando os pensamentos, sentimentos, emoções e as próprias palavras, que compõem toda nossa programação mental e emocional.

Quanto mais despertarmos nossa consciência, mais nos curamos.  Muita paz, luz e amor.


Anete L. Blefari
Bem-estar e Transformação Pessoal






sábado, 25 de junho de 2016

Você é um Tubarão? Tem características deste perfil?



Você já viu as características principais dos perfis comportamentais: ÁGUIA, LOBO E GATO? Se ainda não, conheça-os em nossa página, logo abaixo, ou no Facebook:  Bem-estar e Transformação Pessoal.


Agora, é a vez do perfil comportamental TUBARÃO. Confira e veja se você possui essas características.


TUBARÃO: FAZER RÁPIDO!



Pessoas com este perfil têm foco no resultado. Querem fazer tudo rapidamente; tem senso de urgência aguçado e motivação em tudo que fazem.


O Tubarão é proativo. Adora desafios. Não gosta de refazer tarefas. Não gosta de delegar, pois acredita que faz melhor e mais rápido, em razão de sua autossuficiência e impulsividade.


É extremamente competitivo e não enxerga detalhes. Quando não toma cuidado com seus impulsos, pode passar por cima de regras e dos outros.


Seus valores são: rapidez e resultados.


E você? Já conhece seu perfil predominante? Saiba que dispomos de um sistema de Análise Comportamental e Profissional que fornece mais de trinta informações, para facilitar seu autoconhecimento e direcionar melhor seu modo de ser, pensar e agir.


O Tubarão é o Executor. O Gato é o Comunicador. O Lobo é o Planejador e a Águia é o Analista.


Lembre-se de curtir nossa página e deixar seu comentário, logo abaixo.


Visite nosso site:

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Quando nosso mundo interno está denso

Se vivemos a vida de forma automática e colocamos o foco apenas na parte material, na busca frenética de sucesso, perdemos o que há de mais essencial: o contato com nosso mundo interno. Consequentemente, perdemos  a conexão conosco. 

Não somos nosso corpo, nem nossa mente, pensamentos e emoções. Somos um Ser Espiritual que tem um corpo, mente, pensamentos, sentimentos e emoções.

Quando renascemos, aqui na Terra, trazemos nossa densidade com conteúdos ainda não elaborados, feridas não curadas, dores não superadas e sentimentos não transmutados. Essa mesma densidade é que nos faz atrair, pela lei de afinidade, nossos pais e irmãos. 

A história inicia-se, desde a infância, trazendo-nos as pessoas, experiências e eventos que vão ativar nossa dor. Assim, começamos a sentir angústia, tristeza, ansiedade, culpa, que nos faz sofrer imensamente. Sentimos um vazio enorme no peito. Esse estado de densidade ativado, dentro de nós, começa a nos direcionar para experiências e acontecimentos que estão na mesma frequência de dor. Dessa maneira, iniciamos um ciclo vicioso ao repetir padrões automáticos de comportamento, crenças limitantes, que vão governando nossa vida. 
Ora é  alguém que nos incomoda por um ato pueril, um outro que nos fecha no trânsito, ou uma palavra ou comportamento inofensivo, que nos traz reações emocionais desequilibradas. Desse modo, vamos alimentando nossa energia densa, inconscientemente, e não percebemos que somos, nós mesmos, os responsáveis pelas perturbações vivenciadas.

A dor nos convida a despertar de nossa própria densidade. É ela que nos induz a buscar a ajuda necessária para superá-la. Se estamos, ainda, no estágio de esperar mágicas, vamos buscar a pílula medicamentosa, que alivia os sintomas, mas não nos cura. Para que a cura se processe, precisamos ser honestos para enfrentar nossas dores, para, assim, compreender quem realmente somos e o que necessitamos curar em nós. Quem, verdadeiramente, é esse ser que habita o corpo, que tem uma mente e sofre uma dor intensa. 

Ao ir despertando a própria consciência para algo mais profundo, podemos acionar a vontade para buscar a luz interior. Podemos ir mais fundo nos colocando disponíveis para adquirir autoconhecimento, praticar a auto observação, se autoperceber nas interações humanas, com o objetivo de efetivar as mudanças necessárias.

Aquele que trabalha a si mesmo vence suas dores e ganha bem-estar e transformação pessoal profunda. A paz interna asserena a mente e proporciona equilíbrio emocional.  

A vida está sempre a nosso favor. Ela nos traz pessoas, experiências e acontecimentos que pode nos proporcionar aprendizados e crescimento pessoal. 

O planeta Terra é um lar temporário, como uma escola educadora. É tempo de despertar nossa consciência para viver a vida essencial. As coisas da matéria nos absorve muito tempo, mas são necessárias para nosso desenvolvimento, porém podemos administrá-las melhor. Quando colocamos o foco apenas no lado material da vida, perdemos a oportunidade de nos desenvolver espiritualmente. Lembrando que o conhecimento, as virtudes desenvolvidas, o equilíbrio emocional conquistado são perenes. As coisas materiais conquistadas são passageiras e efêmeras.

O despertar da consciência, para sair do profundo sono de nossa densidade, é fundamental para nossa felicidade. Muita paz, luz e amor!



Anete L. Blefari

Meu propósito é auxiliar pessoas que
querem alcançar bem-estar e transformação pessoal!




quarta-feira, 15 de junho de 2016

Bem-Estar & Transformação Pessoal





‪#‎AneteBlefari‬‪#‎AjudandonaTransformaçãoPessoaleBemEstar‬

Meu propósito é auxiliar pessoas que querem alcançar bem-estar e transformação pessoal, para viverem uma vida mais plena e feliz.

Conteúdos:


Desprogramação de registros emocionais negativos, desta vida ou de vidas passadas, ressignificação de crenças limitantes, aquisição de autoconhecimento, técnicas de autocontrole, acesso a recursos internos positivos e esclarecimentos para a expansão da consciência.


Conheça mais, acessando:
www.institutoessencial.com

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Nada está bem externamente? Veja as dicas para serenar a mente!

domingo, 15 de maio de 2016

O que aprendi em minha experiência na matéria





Aprendi a ficar calada e obedecer aos meus pais, para não apanhar e ficar com raiva e medo, com isso tornei-me recatada e contida.

Aprendi a desafiar superstições e fazer tudo ao contrário do que me diziam os mais velhos, com isso adquiri coragem em ser autêntica e independente.

Aprendi a não me expor, com isso tornei-me prudente, cautelosa e discreta.

Aprendi a desconfiar de ofertas tentadoras, com isso preservei-me de surpresas e consequências desagradáveis.

Aprendi a respeitar meus direitos e a rebelar-me contra o autoritarismo e controle, com isso adquiri confiança e responsabilidade.

Diante das dificuldades financeiras, aprendi a lutar por aquilo que mais queria e acreditava ser o melhor para mim, assim conquistei meus objetivos a médios e longos prazos. Aprendi a não me vender a preço algum e honrar a minha liberdade pessoal. Aprendi, ainda, a administrar minha vida financeira, mesmo com pouquíssimos recursos.

No amor, aprendi a diferenciar o verdadeiro sentimento do fogo da paixão e que devemos, em primeiro lugar, aprender a nos amar para depois aprender a  amar o outro, verdadeiramente.

Diante do horror da morte, revoltei-me contra Deus e aprendi que a lição serviu para elevar-me a um nível espiritual mais elevado ao que me encontrava.

Aprendi que somos seres espirituais vivendo uma experiência humana e com isso tornei-me uma pessoa mais livre e feliz.

Aprendi a amar os animais, através do amor que eles nos ofertam, e, com eles, aprendi a importância dos limites saudáveis entre o suficiente e o exagero.

Aprendi a reconhecer em mim tudo aquilo que recrimino e critico nos outros e assim me libertei de muita densidade energética emocional e espiritual.

Aprendi que os verdadeiros amigos já nascem prontos, e os atraímos quando o momento favorável da união se estabelece para o encontro.

Aprendi a ajudar o próximo com as habilidades e conhecimentos adquiridos ao longo da vida.

Aprendi a viver com minha agradável companhia, totalmente liberta de regras e imposições de outros.

Aprendi que a paz interna é um tesouro muito elevado e deve ser conquistada, com as lições que a vida nos traz.

Hoje, ainda, continuo aprendendo sempre, até que a morte ceife meu corpo e liberte minha alma do ciclo vicioso de viver inconscientemente as experiências de aprendizado.

Que a luz se faça presente em minha alma, para que meu sombrio se ilumine, cada vez mais, e transmute, permitindo-me parar a repetição das mesmas lições.



Anete L. Blefari



quarta-feira, 11 de maio de 2016

Amor próprio ou egoísmo?




Como saber se é amor próprio ou egoísmo? Primeiro, vamos conhecer o significado de ambos.


O que é egoísmo?

É um amor próprio exagerado, disfuncional, um orgulho e uma presunção. A pessoa leva em consideração somente suas opiniões, interesses e necessidades. O egoísta não se importa com as necessidades alheias, pisa nos outros, ou seja, não tem empatia (capacidade de compreender os sentimentos dos outros).

O que é amor próprio?

É autoamor; pessoas que aprenderam a amar a si mesmas. São pessoas que defendem seus interesses para satisfazer suas necessidades. Pessoas que se amam, mas não passam sobre os interesses dos outros e não colocam suas necessidades, com exclusividade, para serem satisfeitas. O amor próprio propicia ações positivas com relação a si próprias e com os outros. Pessoas que se amam já desenvolveram controle emocional e são solidárias com os outros. Procuram compreender as outras pessoas e são possuidoras de virtudes como a capacidade de perdoar, de ter confiança e segurança, para sempre se renovarem e recomeçarem.

E agora?  Você se considera egoísta ou possui amor próprio saudável?

Infelizmente, viemos de uma programação do amor negativo, que nos condicionou a priorizar sempre o outro e a nos esquecer. Acabamos nos desconectando de nossa espiritualidade; dando prioridade, sempre, ao externo, ao outro.

O grande Mestre Jesus nos ensinou: “ame a seu próximo como a si mesmo”, mas não compreendemos sua mensagem de amor. O que significa que sem nos amar, não conseguiremos amar nosso próximo. Muitas pessoas retrucam: “como vou me amar se devo amar o próximo; isso não é egoísmo?”  E repetem: “preciso amar o próximo, como vou me amar primeiro”? Vivem até mesmo sentindo-se culpadas, por não conseguirem amar o próximo. Como amar o próximo, se não se amam? Ninguém pode dar amor ao outro se não tem amor dentro de si. É simples assim. Como disse um grande amigo, “ninguém dá um real, se não tem vinte centavos para dar.” Como dar amor ao próximo, se não temos amor dentro de nós e por nós mesmos? Acaba sendo um paradoxo.

Os polos foram invertidos: primeiro amar o próximo para depois nos amar e isso, definitivamente, não funciona. Sem autoamor milhares de pessoas encontram-se doentes, em desequilíbrio emocional, por não admitirem que devem se amar. Acreditam que são más quando não amam o próximo, mas se esquecem, ou não compreenderam, ainda, que a pessoa mais importante para ser amada é ela mesma. O amor começa dentro de si mesma.

Tudo começa dentro de você, o amor, a paz, a fé, a confiança. Como mencionei, há milênios, temos um condicionamento, reforçado pela família e sociedade em geral, que devemos fazer tudo pelo outro. Consequentemente, não temos tempo para nós e acabamos nos relegando a segundo plano e, então, adoecemos.

A disfuncionalidade a ser corrigida é exatamente voltar para si mesma.  Você vai se autocurar quando começar a conectar-se com seu coração. Quando começar a colocar-se em primeiro lugar. Quando aprender a se amar; a se aceitar como é, a se valorizar. Quando você começar a priorizar suas necessidades, seu bem-estar, a acolher suas emoções e sentimentos negativos. E, assim, vai entrar no processo de autocura. Vai adquirir equilíbrio e controle emocional. Com o interno harmonizado, naturalmente, vai amar pessoas, animais, natureza, coisas, o mundo, a vida, etc. No amor romântico, vai compartilhar o seu amor com o outro e não depender do amor do outro para estar bem consigo mesma.

Portanto, tome a atitude saudável de se amar. Comece por aceitar-se como você é. Observe seus defeitos e suas qualidades e aceite seu mundo interno. Priorize a mudança de atitude para consigo mesma e tudo mudará a sua volta. Quando compreendemos o que é autoamor e o praticamos, tudo muda, até você! Seja feliz.



Anete L. Blefari
Master Coach e Psicoterapeuta Holística






sábado, 7 de maio de 2016

O que está impedindo você de ser feliz?




De verdade, “o que nos impede de ser feliz?”  Em grande parte, a causadora de sofrimento é a programação negativa, construída há milênios, em nossa sociedade, e reforçada por pais, avós, tios, professores, chefes, etc. Desde o útero, recebemos a influência do padrão do amor negativo e este vai passando de geração a geração, de forma inconsciente. Os pais vieram com essa mesma programação do amor negativo e passam para seus filhos. Esse condicionamento, da programação do amor negativo, vai determinando um caminho distorcido em nossa vida, regido por registros negativos, que nos impacta em todas as áreas.

O que fazer para sair da programação?
A responsabilidade do nosso despertar é apenas nossa. A vida nos fornece infinitos sinais e possibilidades para que o despertamento da consciência ocorra. Não há como alguém despertar o outro. Cabe à você essa responsabilidade pelo despertamento, e isso é determinado pelo nível consciencial em que você se encontra.

E como saber em que nível de consciência você se encontra?
Basta refletir sobre sua vida. Você vive no automático, com reações automáticas? Faz coisas que não gostaria de fazer? Repete pensamentos, ações, hábitos e vícios que não gostaria de estar repetindo? Pois é, isso vem da inconsciência de seu estado natural, de seu estado presente. Quando não temos consciência de nossos pensamentos e comportamentos, ainda estamos no automático. Desse automatismo, surgem programas vindos do passado, que se reproduzem, a partir do nosso inconsciente.

Como a mente funciona?
Em média, a mente consciente tem um nível de consciência de no máximo cinco por cento e o restante dos noventa e cinco por cento, está em nível inconsciente. Portanto, na grande maioria de nosso tempo, estamos apenas reproduzindo, inconscientemente, os registros, as marcas do nosso passado. Um passado remoto ou não. Se não prestamos atenção em nós, pensamentos, desejos, programações habituais, reações automáticas, então, todo esse conteúdo vai se reproduzindo, automaticamente, e construindo nossa jornada.

E o que fazer para sair dessa inconsciência?
Perceba se você repete padrões de pensamentos, ações, hábitos ou vícios. Por exemplo, você repete sempre o mesmo tipo relacionamento negativo com as pessoas?  Vive repetindo um padrão de vitimização ou crítica, julgamento, autopunição, autocomiseração, reações automáticas de raiva, ansiedade, culpa ou tristeza? Em um primeiro momento, preste atenção em você. Pratique a autopercepção. Sem perceber o padrão, não se consegue mudar.

De nada adianta se culpar – é energia perdida por nada!
Não se puna, não se autoflagele por isso. Pratique a auto observação. Perceba você praticando o padrão negativo. É libertador.

Pratique a autoaceitação
Aceite o que está ocorrendo com você. Perdoe o modelo do qual surgiu o padrão e se autoperdoe. Após a aceitação, fica fácil mudar o padrão. O auto perdão é fundamental. Pratique o perdão e o auto perdão, que  te conduzirá à limpeza dessa energia disfuncional e à sua transmutação.

A mudança acontecerá
Se você praticou todos os passos, citados acima, você conseguirá efetuar a mudança. Fica muito fácil mudar porque você já tem consciência do que te leva a proceder dessa forma automática. Faça diferente. Pratique uma rotina diferente daquela que, inconscientemente, você vinha repetindo.

Mude a rotina
A mudança na rotina do padrão é fundamental para mudar o hábito repetitivo. Por exemplo, se você ficava com tédio e comia um doce para aliviá-lo, detecte o tédio, se autoperceba com tédio e mude a rotina. Ao invés de comer o doce, toda vez que sentir tédio, converse com colegas ou pessoas amigas, por exemplo. Você alivia o tédio e não come o doce.
Pratique o autoamor. Mudanças incríveis começarão a acontecer. Mudando a base interna, com o autoamor, tudo a sua volta mudará. Muita luz, paz e amor!



Anete L.Blefari
Master Coach e Psicoterapeuta Holística






segunda-feira, 18 de abril de 2016

Construindo o Ser, para Fazer e Ter




Para se obter plenitude, o importante, primeiro, é construir o Ser e depois, fazer para ter. Em nossa sociedade fazemos o contrário, fazemos muito para ter e depois é que pensamos no Ser.

Como podemos construir nosso Ser?  Já não somos? Por que se preocupar em Ser? O que é, já é.

Em nossos condicionamentos educativos e culturais, somos levados a olhar para o externo e, assim, vamos nos esquecendo do interno, que é a base de uma vida completa e realizada.

No meu entender, acabamos nos desconectando de nós mesmos e vamos nos perdendo numa grande confusão de paradigmas, conceitos e dogmas formulados há séculos para nos controlar socialmente. Os resultados, para o Ser, são desastrosos. Ficamos neuróticos e acreditamos que podemos controlar os outros e a vida. Acreditamos que precisamos do outro para sobreviver, para nos amar. Acabamos por acreditar que o outro é a razão de nossa vida, o que não é verdade. Muitas pessoas vivem a vida dos outros e ficam perdidas, sem saberem de si próprias. Enfim, com essa disfuncionalidade, temos pensamentos, crenças, sentimentos, emoções e comportamentos distorcidos da realidade. Criamos um mundo imaginário, onde o outro corresponde àquilo que gostaríamos e não àquilo que é realmente.

Somos tão condicionados e estimulados para o externo, que não temos tempo para parar e questionar nossos próprios comportamentos disfuncionais. Esquecemos de nos autoperceber. Dessa forma, criamos um mundo totalmente desconectado da nossa própria essência, do nosso Ser.

Quando acostumamos a ignorar nossos conteúdos internos e voltamos a atenção para o mundo externo, criamos padrões de pensamento, de comportamentos automatizados, que nos levam às reações automáticas. E assim, vamos repetindo esses padrões, de forma inconsciente, que  nos geram muito sofrimento.

Se não temos consciência de nossos comportamentos, vamos repetindo disfuncionalidades em nossa vida e muitos problemas começam a se acumular. Quando chega a um determinado nível de sofrimento, e isto varia de pessoa para pessoa, começamos a perceber que há algo errado e está se repetindo. Se não acusamos os outros e compreendemos que os problemas e as soluções estão dentro de nós, podemos buscar ajuda para por um fim nesses padrões repetitivos e inconscientes.

Ao assumir a responsabilidade de nos corrigir, agimos na direção certa: harmonizar nosso próprio Ser, nosso interior. Surge, então, a direção correta: o SER para FAZER para TER.

Há de se ter coragem e determinação para iniciar essa jornada. Se percebemos que algo está errado dentro de nós, o caminho já está facilitado, para a libertação desses padrões inconscientes.

É isso que eu chamo de construir o Ser. Acredito, realmente, que é uma construção interna e muito valiosa para nossa felicidade. E é nesse momento, que voltamos os olhos para nosso interno, para nos compreender.

A jornada inicia-se com a mudança do olhar externo para o interno. Ao fazer isto, vamos adquirindo autoconhecimento e compreensão sobre nós. Podemos, então, desprogramar tudo aquilo que nos leva aos atos reativos e inconscientes, que formaram os padrões disfuncionais.

Para aquele que desperta para a necessidade de se olhar para dentro, a jornada, para a autotransformação, está se iniciando.

E como se faz a jornada interna? A partir de uma conscientização de nossos pensamentos, emoções e sentimentos, que disparam as reações automáticas. Podemos assim, ir compreendendo todo o conjunto que faz parte daquele “programa”, que nos levava a reagir automaticamente e sempre do mesmo jeito.

Ao nos conscientizar dos pensamentos distorcidos, podemos dissolvê-los e corrigi-los. Vamos, então, transformar energias emocionais e mentais, para assumir nossa automaestria e recuperar nosso poder pessoal. Para que isto ocorra, é necessário aprender a se autoamar. Para se autoamar, é necessário olhar para dentro, se autoconhecer e se autoperdoar. Esta é uma grandiosa e realizadora jornada. Vale sempre a pena.

Considere fazer essa jornada de amor por você mesmo, porque você pode, você consegue e merece o melhor.

Nascemos para ser felizes, para vencer todos os desafios que a vida nos coloca em nosso caminho. Sim, somos capazes, basta acreditar em si para vencer. Vamos lá?  Muita paz, luz e amor!

Anete L. Blefari
Ajudando a gerar bem-estar e transformação!